1. O que é polícia comunitária?
Trata-se de uma nova filosofia de trabalho policial com vista a prevenção da violência urbana e criminal, mediante ações integradas entre a Polícia e comunidade, de forma que, através de interações, se constrói política de segurança pública com ênfase na promoção e efetivação da cidadania num determinado território de atual funcional. Também chamada “Policia de aproximação” que se faz presente por antecipação de evento, ou melhor, age de forma proativa.
2. Qual a importância desta ação?
A importância precípua está calcada na quebra do paradigma correlato ao modelo tradicional de se fazer Polícia, passando da ação de reação para pro-ação.
3. Como e possível a funcionalidade da policia comunitária?
Somente através de uma reestruturação material e formal das forças que compõem o Sistema de Segurança Pública em nosso país. E isso depende de uma séria de fatores que versem em vontade política para implementar a saída técnica ora em aplicação nalguns estados da Federação Brasileira.
4. Como funciona o trabalho da Polícia Comunitária?
Através de constante interação entre os Policiais e a comunidade, ocasião em que não discutirão os problemas afetos a segurança da população em sentido estrito, mas também dentro de um conceito amplo de “segurança” à luz da Carta Política do nosso país.
5. A aproximação entre Polícia e comunidade tem gerado resultados positivos?
Sem dúvida. Além da criação de um clima de harmonização recíproca, todos saem vencedores na união de esforços para com a luta incessante a manutenção de um clima de segurança sustentável dentro de uma comunidade. Afora, o aspecto da desmistificação que acontece pelas interações acontecidas.
6. A atuação da ronda nos bairros de São Luis pode ser considerada de policia comunitária?
Não. Para que a tal “ronda dos bairros” seja qualificada como uma das atividades de “Polícia Comunitária”, mister a interação constante entre os comunitários e os policiais que fazem as rondas em si mesmo. O que não acontece, pois a presença policial militar nos trabalhos acima continua mantendo distância entre a Polícia e a comunidade.
7. Se uma base da policia comunitária de um bairro pode lavrar uma ocorrência?
Não. É até preocupante isso, pois é de suma importância que uma Ocorrência Policial seja levada ao conhecimento da Autoridade Policial investida em poderes para uma resposta estatal a altura da demanda. Exceto àquelas ocorrências comuns de extravios de documentos ou as denominadas administrativas. Pois, para cada ocorrência que verse acerca de delito, além de intimações decorrentes, muitas vezes são causas para instauração de inquéritos policiais.
8. Existem cursos para formação de policiais comunitários no Maranhão? Quais e se o governo e municípios incentivam a formação de policiais?
Sim. Mas tem acontecido curso de Promotores de Polícia Comunitária e Multiplicadores de Policia Comunitária. Porém, por intermédio da Secretaria Nacional de Segurança Pública que tem sido o “carro chefe” na implantação dessa modalidade nova de filosofia de trabalho denominada “Polícia Comunitária”, como uma das ações constantes no Programa Nacional de Segurança com Cidadania – PRONASCI,onde aqui no Maranhão, a então gestão do Sistema de Segurança Pública deu grande ênfase na implementação das ações correlatas pertinentes, embora o atual governo começasse a aceitar a idéia em apreço, dentro de dois meses para cá.
9. Se pode ocorrer a policiamento comunitária com a instituição da policia civil ou só ocorrer com a policia civil? por que?
Sem dúvida não pode, MAS DEVE. Se vc analisar bem toda delegacia de policia funciona como um “pronto socorro social” naquilo de abrange matérias de delitos, contravenções e importunações genéricas.
Sexta-feira passada realizamos a primeira reunião com as lideranças das comunidades que compõem a circunscrição do nosso Distrito Policial a fim de não só nos conhecermos, mas para interagirmos acerca dos problemas que estão afetando a paz das comunidades, as causas etc, circunstancias em que dividimos os trabalhos de aproximação em três etapas,quais sejam: primeira para aproximação entre todos; segundo, estudarmos os principais problemas e daí, selecionarmos em conjunto a ações de abordagens correspondentes; terceiro e últimos elaborarmos projetos e executá-los para, a médio prazo inferirmos sobre a diminuição ou aumento da criminalidade em nossa circunscrição.
Quando gostamos do que fazemos, amamos e eternamente ovacionamos a que pertencemos: "Salve a Polícia Civil, Salve a Polícia Civil, Seu denodo e vocação... Salve a Polícia Civil, Salve a Polícia Civil, Guardiã do Maranhão..." Estribilho do Hino da Polícia Civil do Maranhão, letra Dr. José Carlos Freitas, Delegado Especial aposentado, homenageado da Turma de Formação de Delegados do Maranhão/2009 - Academia Integrada de Segurança Pública - AISP/MA
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
Programa da Record Domingo Especular - Caso "Meninos emasculados do Maranhão" - Serial Killer - Francisco das Chagas
Domingo Especular - Caso "Meninos emasculados do Maranhão" - Serial Killer - Francisco das Chagas
Belíssima matéria levada ao ar pela Record acerca dos caminhos das investigações que levaram a identificação, localização e prisão de um dos maiores seriais killer do Brasil: o mecânico Francisco das Chagas.
Só Deus sabe o quanto tivemos que atravessar uma série de resistências culturais acerca da linha de investigação estabelecida quando assumimos os primeiros e decisivos trabalhos de POLÍCIA JUDICIÁRIA a frente da ocorrência da última vítima do mencionado mecânico, onde, já nos primeiros trinta dias de incansáveis trabalhos na montagem do quebra-cabeça, já apontávamos que estávamos diante do matador em série que vinha matando e emasculando as crianças no Maranhão e na cidade de Altamira, estado do Pará, justamente ao identificarmos, localizarmos e o prendermos em definitivo.
Aos colegas delegados (Edilúcia, Wang e Samarone, hoje promotor de justiça no interior do estado do Maranhão) e policiais civis da Superintendencia de Policia Capital (Fernando, Darlan, Márcio e outros), temos mais que agradecer pelos inúmeros trabalhos desenvolvidos naquele longuíssimo mês de dezembro de 2004, mas também aos demais colegas policiais civis que trabalharam na conclusão das investigaçoes desencadeadas(então delegado Diniz hoje agente da Policia Federal e peritos criminais do ICRIM/MA) que concluíram as investigações. E, claro, acima de tudo a Deus que os permitiu e nos Deu ferramentas (sabedorias) para chegarmos onde chegamos, pois mesmo tendo uma série de demandas e incompreensões iniciais, já que estava como Superintendente de Policia Civil da Capital - SPCC, não poupamos tempo para dedicarmos cumulativamente para desvendarmos o caso correlato a última vítima do supracitado autor dos crimes nefastamente acontecidos. A quem, considero como sendo o verdadeiro herói de toda a situação, já que, a partir dele, podemos não só elucidarmos os demais crimes cometidos pelo Francisco das Chagas, mas também, evitarmos em definitivo que outras crianças viessem a ser vítima da psicopatia do referido serial ao longo dos anos vindouros, caso não o prendéssemos e o colocasse longe do convívio social.
Para tanto basta acessar o link abaixo:
http://noticias.r7.com/videos/assista-a-entrevista-exclusiva-com-o-maior-assassino-em-serie-do-brasil/idmedia/92d956f9c6e991cfda41652b50effafd.html
Belíssima matéria levada ao ar pela Record acerca dos caminhos das investigações que levaram a identificação, localização e prisão de um dos maiores seriais killer do Brasil: o mecânico Francisco das Chagas.
Só Deus sabe o quanto tivemos que atravessar uma série de resistências culturais acerca da linha de investigação estabelecida quando assumimos os primeiros e decisivos trabalhos de POLÍCIA JUDICIÁRIA a frente da ocorrência da última vítima do mencionado mecânico, onde, já nos primeiros trinta dias de incansáveis trabalhos na montagem do quebra-cabeça, já apontávamos que estávamos diante do matador em série que vinha matando e emasculando as crianças no Maranhão e na cidade de Altamira, estado do Pará, justamente ao identificarmos, localizarmos e o prendermos em definitivo.
Aos colegas delegados (Edilúcia, Wang e Samarone, hoje promotor de justiça no interior do estado do Maranhão) e policiais civis da Superintendencia de Policia Capital (Fernando, Darlan, Márcio e outros), temos mais que agradecer pelos inúmeros trabalhos desenvolvidos naquele longuíssimo mês de dezembro de 2004, mas também aos demais colegas policiais civis que trabalharam na conclusão das investigaçoes desencadeadas(então delegado Diniz hoje agente da Policia Federal e peritos criminais do ICRIM/MA) que concluíram as investigações. E, claro, acima de tudo a Deus que os permitiu e nos Deu ferramentas (sabedorias) para chegarmos onde chegamos, pois mesmo tendo uma série de demandas e incompreensões iniciais, já que estava como Superintendente de Policia Civil da Capital - SPCC, não poupamos tempo para dedicarmos cumulativamente para desvendarmos o caso correlato a última vítima do supracitado autor dos crimes nefastamente acontecidos. A quem, considero como sendo o verdadeiro herói de toda a situação, já que, a partir dele, podemos não só elucidarmos os demais crimes cometidos pelo Francisco das Chagas, mas também, evitarmos em definitivo que outras crianças viessem a ser vítima da psicopatia do referido serial ao longo dos anos vindouros, caso não o prendéssemos e o colocasse longe do convívio social.
Para tanto basta acessar o link abaixo:
http://noticias.r7.com/videos/assista-a-entrevista-exclusiva-com-o-maior-assassino-em-serie-do-brasil/idmedia/92d956f9c6e991cfda41652b50effafd.html
domingo, 13 de junho de 2010
Escritos de Georgina
Segredos
Direi de todos os meus amores,
Tanto quanto for necessário
Das paixões direi nada,
Quantas vezes me perguntarem
O Homem
O homem me chama no meio da rua.
Meu passo apressado denuncia minha vontade de correr o mundo.
E a velocidade de todas as coisas.
Retardo o meu passo apressado,
O homem me chama a conversar.
Troca de idéias, olhares e prazeres,
E a alegria de fazer do meu passo apressado,
Marcha lentar pra esse meu encontro.
Confronto o mundo . Eu e o homem.
O homem é frágil, eu sou forte.
Logo esmureço e quero o norte.
Pois frágil estou e o homem forte.
Pedra
Corta a pedra o meu caminho.
Eu sozinha tento encontrar o diamante.
A pedra é grande.
A pedra é pequenina,
A pedra é seixo na água cristalina.
De desleixo, a pedra me tropeça.
A sina de caminhar é dar topadas.
Utopia
O sonho, meu amigo, é verdade que
Se rende à fantasia
Arlequins e pierrôs,
Super-homem e mulher maravilha.
Sonhar um D. Quixote de Cervantes,
Um sonho montado a galope.
Transformando a mentira na verdade,
A fera no cordeiro,
O sacrilégio na fé,
A sorte no azar,
O azar na sorte,
A sorte de ser eu em ti.
Direi de todos os meus amores,
Tanto quanto for necessário
Das paixões direi nada,
Quantas vezes me perguntarem
O Homem
O homem me chama no meio da rua.
Meu passo apressado denuncia minha vontade de correr o mundo.
E a velocidade de todas as coisas.
Retardo o meu passo apressado,
O homem me chama a conversar.
Troca de idéias, olhares e prazeres,
E a alegria de fazer do meu passo apressado,
Marcha lentar pra esse meu encontro.
Confronto o mundo . Eu e o homem.
O homem é frágil, eu sou forte.
Logo esmureço e quero o norte.
Pois frágil estou e o homem forte.
Pedra
Corta a pedra o meu caminho.
Eu sozinha tento encontrar o diamante.
A pedra é grande.
A pedra é pequenina,
A pedra é seixo na água cristalina.
De desleixo, a pedra me tropeça.
A sina de caminhar é dar topadas.
Utopia
O sonho, meu amigo, é verdade que
Se rende à fantasia
Arlequins e pierrôs,
Super-homem e mulher maravilha.
Sonhar um D. Quixote de Cervantes,
Um sonho montado a galope.
Transformando a mentira na verdade,
A fera no cordeiro,
O sacrilégio na fé,
A sorte no azar,
O azar na sorte,
A sorte de ser eu em ti.
domingo, 25 de abril de 2010
"Superintendência de Polícia Civil da Capital: uma árdua missão"
Superintendência de Polícia Civil da Capital: uma árdua missão*
Não é fácil restabelecer ou romper paradigma de qualquer organização, sobretudo com vista a salvá-la de uma quebra completa ou morte paulatina a luz do cenário construído ao longo desses últimos cinco anos na administração do Órgão Policial Civil do estado do Maranhão. Neste caso, em especial a própria POLICIA CIVIL do Maranhão é um exemplo típico deste contexto em detalhes pormenorizados.
Está ai, a filosofia da “Polícia Comunitária” levada a cabo pela SENASP/MJ para confirmar a assertiva acima, quando, diante de inúmeras resistências, vem sofrendo para com uma implantação plausível e quiçá promissora para todas as organizações policiais no Brasil no futuro próximo, mesmo que pesem sobre ela algumas ideologias incrustadas.
O ambiente de omissão estabelecido, associado aos descasos, abandono, desrespeito a hierarquia e disciplina, em face de clima de suposto terrorismo disciplinar implantado nesses últimos anos, bem como por possíveis conivências para interesses próprios ou de grupo, praticamente levou a Polícia Civil do nosso Maranhão a um índice de reprovação social bastante preocupante. E a culpa? A quem atribuir? Sem deixar de responsabilizar seus últimos gestores maiores diretos pelas omissões, conivências ou falta de habilidade, temos também que incluir os demais escalões superiores interno da força policial civil, assim como, nós mesmos, policiais civis como um todo, que nos omitimos e recuamos sem percebermos que nossa falência geral, tinha e tem nosso dedo de qualquer forma, onde se resultou no atual cenário de verdadeira desorganização social interna e externamente falando, pois se quer é possível se fazer qualquer planejamento para fins de gestão com os dados quantitativos e qualitativos de toda a organização fragilizados como estão, ante as incertezas serem determinantes.
Eis o primeiro passo, acreditamos, para uma renovação concreta, mas diante de um profundo respeito aos direitos de todos os envolvidos na organização policial em apreço.
Criticar colegas que passaram pelo cargo de superintende da capital é além de antiético, desrespeitar suas condições humanas, sobretudo pelas limitações impostas, às vezes, por gestores maiores ao longo das conveniências e “determinações” genéricas, dentre outros fatores que muitos já sabem as raízes.
Não se pode mudar o quadro, senão ouvindo todos os segmentos funcionais para, após criteriosa e impessoal análise, estabelecermos linhas de ação a curto, médio e longo tempo, a fim de alcançarmos metas, cujas conseqüências poderemos modificar o quadro de letargia por que ainda vige toda a atividade de Polícia Judiciária na capital, mesmo diante de algumas dificuldades latentes ou não, ainda presentes. Mas já em vias de mudanças.
O real é que não podemos perder tempo, pois o tempo passa sem pedir permissão para os que dele dependem a vida, sejam lá nós humanos, ou organizações criadas por nós mesmo, a luz de bem vivermos dentro de uma organização maior que é a sociedade em geral.
Claro que ouviremos críticas e resistências nalguns focos, pois fica mais fácil criticar se escondendo nas deficiências estruturais a combatê-las pelo trabalho, rumo a buscarmos por melhorias gerais, mas serão todas trabalhadas de forma que cremos serem cooptadas a se unir em prol de um interesse comum: a reedificação de um órgão que estava a beira de um esfacelamento nunca, talvez, antes visto, pois a vitória final depende da união de todos.
Pelas reuniões já realizadas, assim como resultados de quinze dias após termos assumido a árdua missão de resgatar a auto-estima da força policial civil do Maranhão a partir da Capital, é de se perceber o quanto existem amores à Instituição ainda em estado de latência dentro dos corações de vários servidores policiais civis, independente das classes a que pertençam, já que a Polícia Civil é um corpo só que tem suas partes como com qualquer ser, mas a unidade de animus será a representante da força maior.
Essa é a sensação que temos percebido e ao mesmo tempo, encontrado força para não desistirmos da missão a nós confiada, por convites reiteradamente técnico, de um policial federal que há muito já tinha envolvimento com a família policial civil do Maranhão, e com as policias como um todo, onde, inúmeras operações policiais realizamos, estando o Secretário Aluísio Mendes a frente do integrativo órgão policial aéreo do Maranhão denominado “GTA” na qualidade de mentor de sua criação e coordenador, e nunca negando qualquer disposição para atender pedidos de apoio operacionais as atividades das Policias em todo o Maranhão. Justiça seja feita...
Entendemos possível resgatarmos nosso espaço no contexto social, com apoio incondicional de todos os policiais civis em atividade na capital, assim como da cúpula da Polícia Civil, em especial do experiente Delegado Geral Nordmam Ribeiro. Repito, de forma que manteremos acesa a chama da esperança que dias melhores virão à Policia Civil do Maranhão, sobretudo por entender que, unidos, sem exceções, preconceitos, subestimações ou subjugações que devem inexistir nos íntimos de todos os atores desse órgão, e sob o jugo da proteção de Deus, conseguiremos, como já temos conseguido, reverter o mencionado quadro depressivo e nefasto por que se encontrava esse tão importante órgão policial que à luz do Estado de Direito, torna-se o maior bem de garantias individuais que uma sociedade politicamente organizada, pode ter a seu serviço no contexto de promoção da inevitável Justiça criminal inerente a existência de qualquer sociedade complexa existente na Terra.
Fico com as palavras contidas no refrão do Hino da Policial Civil de lavra do Dr. José Carlos Gomes Freitas, escrito há 28 anos, cujas estrofes, denotam o quanto este homem tinha amor à Instituição, a saber: “Salve a Polícia Civil, salve a Polícia Civil, seu denodo e vocação... Salve a Policia Civil, Salve a Policia Civil, Guardiã do Maranhão...”. O resto é ainda mais belo, é só parar para ouvir.
*Publicado na íntegra pelo Jornal Pequeno de 2/05/2010
Sebastião Uchoa – Orgulhosamente Delegado de Policia Civil do Maranhão foi Delegado Municipal de Pastos Bons, Diretor da Casa de Detenção do então Complexo Penitenciário de Pedrinhas, Delegado Regional de Pinheiro, Supervisor do Centro Integrado Área Leste - CIDS, Superintendente de Policia Civil da Capital, Secretário Adjunto de Administração Penitenciária da então Secretaria de Justiça e Cidadania, passou em várias Delegacias de Policia Civil da Capital como Adjunto, Plantão da Refersa, Diretor da Academia de Policia Integrada de Segurança Pública, e atualmente estar, por novamente convites técnicos, Superintendente de Policia Civil da Capital.
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